Memorial de Araras
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Nelson Martins de Almeida
Nasce em Araras, na Fazenda Campo Alto aos 19 de março de 1918.
Sua longevidade - 94 anos - permitiu-lhe vasta obra histórica entre as quais destacam-se:
- Álbum de Araras
- Álbum de Araraquara
- Álbum de Rio Claro
Com o Documentário Histórico editado em 1948 sagra-se o
"HISTORIADOR DE ARARAS"
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NELSON ESCREVE SOBRE SUA PRODUÇÃO HISTÓRICA / EDITORIAL
A razão de nossos escritos sobre a História de Araras, município, em que tivemos a ventura de nascer, está em que nos achamos empenhados, há vários anos, na compilação e pesquisa dos fatos esparsos que a compõe e, que vem sendo publicados periodicamente, através da imprensa. [Neste ínterim, resgatado por meio deste trabalho in blog “Memorial de Araras – nota Inajá Martins de Almeida - filha]
Seguindo a um conselho do saudoso prefeito Francisco Graziano, em cuja gestão tivemos a oportunidade e a honra de escrever e lançar o ÁLBUM DE ARARAS, ed. 1949. (Nelson Martins de Almeida e Mamede de Souza)
Após intensas pesquisas na Biblioteca Municipal de Araras, e outras fontes a que tivemos acesso, passamos a pesquisar junto aos próprios livros de atas da Câmara Municipal, onde fomos “fuçar” em velhos papeis e amareladas páginas manuscritas, tudo o que os nossos antigos fizeram em prol desta comunidade que hoje se orgulha de sua modelar e organizada urbe.
O livro de atas mais antigo que então encontramos havia sido o de 1892, e demos inicio à nossa perquirição histórica, transportando-nos para aqueles idos do pioneirismo heróico de nossos ancestrais, empolgando-nos com a magnitude de seus gestos de trabalho abnegado e desprovido de qualquer compensação material, mas sempre visando o bem da coletividade do burgo incipiente, e do seu desenvolvimento gradativo.
Ora, o gesto magnânimo de seus fundadores – Bento de Lacerda Guimarães e José de Lacerda Guimarães – doando as terras para o Patrimônio; depois a comissão camarista trabalhando ativamente para a construção de um templo majestoso a ser erguido na imensa praça descampada; os médicos abnegados a combater as epidemias, as febres de mau caráter e fundando a sua santa casa de misericórdia; os heróicos pioneiros da imprensa a enfrentar, no seu idealismo puro, as intempéries de omissão, do descaso e da ignorância, os fundadores de fazendas, plantadores de cana-de-açúcar, da mandioca e do café, que vieram a enriquecer a Nação; os rasgadores de sertões implantando trilhos de aço das estradas de ferro que fomentaram o progresso e trouxerem aos campos a civilização contemporânea.
Havíamos, pois, partido em nossas pesquisas, do livro de 1892; mas, refletindo sobre que o município se instalava a 07 de Janeiro de 1873, ou seja, dezenove anos antes, voltamos a uma procura mais intensa nos velhos arquivos, até que, finalmente, encontramos os almejados livros anteriores, inclusive o primeiro livro de atas, iniciado em 1873.
Somos de parecer que estes livros são históricos, e deveriam estar aos cuidados da Biblioteca Municipal, pois que transcendem ao interesse dos próprios vereadores e da Câmara, para se situarem como uma relíquia pode ser preservada pela própria Biblioteca.
Durante anos, nas horas ociosas, fizemos as nossas pesquisas, uma luta contra o tempo, já que precisávamos viver e, não poderíamos nos fixar apenas neste trabalho, para o qual ninguém nos remunera. E, quanto mais nos aprofundávamos em nosso mister, apesar das restrições caseiras pelo nosso diletantismo, o nosso “hobby” de nenhuma compensação material, mas sumamente espiritual, no silêncio de nossa sala de trabalho, frente a máquina de escrever, íamos nos empolgando cada vez mais com a riqueza dos acontecimentos esparsos, esquecidos entre os arquivos nunca lembrados.
E foi assim que descobrimos fatos interessantes que a maioria dos conterrâneos ararenses desconhece. Enriquecemos sobremaneira com novos fatos aqueles que poucos conhecem. Isto nos possibilitará dar nova dimensão a História de Araras, de que se servirão os ararenses de hoje, e, os vindouros, interessados em melhor conhecer a formação desta cidade.
Estes conhecimentos, que passamos a ter através das documentações pesquisadas, aliados aos que já trazíamos de nossos trabalhos anteriores que, desde 1948, vimos fazendo para esta cidade, nos possibilitaram apresentar a Prefeitura Municipal, quando assessor de imprensa, um trabalho pessoal de que nos orgulhamos: o levantamento da nomenclatura das ruas de Araras.
Desse trabalho, chegamos a conclusão de que mais de 100 vias públicas estavam sem nomes, identificadas apenas por números ou letras, como eram os casos dos bairros Jardim Candida, Jardim Fátima e outros.
Apresentamos um trabalho com mais de 100 nomes de vultos ararenses, esquecidos no tempo, mas legendários na História, pelo que fizeram em prol de sua comunidade, a sua época.
Vultos como: Olympio Portugal, o primeiro cientista a aplicar o soro antiofídico no Brasil; Clementino Canabrava, autor de várias proposições; Ascânio Villasboas, que tanto trabalhou para a implantação da iluminação pública de Araras, ao tempo dos românticos lampiões a querosene. Neste trabalho, os nomes foram apresentados, seguindo-se ligeiros traços de sua atuação que os justificavam.
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segunda-feira, 27 de novembro de 2017
FAZENDAS EM ARARAS
domingo, 26 de novembro de 2017
RUAS DA CIDADE DE ARARAS
F.E.B. - FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA / ARARAS
Com mais de 100 painéis, a História da Araras fora retratada em fotos e imagens, com descrições, ora em caligrafia à mão, ricamente ornamentada, ora em textos datilografados.
Trabalho artesanal que se pode notar nos detalhes, nas letras uma a uma coladas em papel cartolina; momento em que o Historiador dedicava horas e horas de trabalho incansável.
Aqui a abertura em que os dados são apresentados logo na entrada do salão. Os outros painéis, registram os pracinhas ararenses que bravamente lutaram na Itália durante a II Grande Guerra Mundial.
Os textos e fotos são registrados no Álbum de Araras, edição 1948, obra magistral que figura como ímpar e singular para o município de Araras, em que o autor Nelson Martins de Almeida, dedicou sua garra de Jornalista e Historiador Municipalista.
quinta-feira, 9 de novembro de 2017
REVISTA DE ARARAS - N.M.A.
REVISTA DE ARARAS - Ano I- Maio / Junho 1966 - nº 1
REVISTA DE ARARAS - Ano I - Julho / Agosto 1966 - nº 2

REVISTA DE ARARAS - Ano II - Abril 1967 - nº 3
REVISTA DE ARARAS - Ano II - Maio 1967 - nº 4
REVISTA DE ARARAS - Ano II - Junho 1967- nº 5
REVISTA DE ARARAS - Ano II - Julho 1967 - nº 6
REVISTA DE ARARAS - Ano II - Novembro 1967 - nº 7

REVISTA DE ARARAS - Ano III - Dez/67 - Jan/68 - nº 8
REVISTA DE ARARAS - Ano III - Fev 1968 - nº 9
REVISTA DE ARARAS - Ano III - Março-Abril 1968- nº 10
Dentre tantos assuntos interessantes que aborda a Revista de Araras, chamou-nos colocar neste espaço dois artigos um da escritora Raquel de Queiróz - Velhas Revistas - em que registra momentos de época na década de 20 e outra do autor, jornalista e historiador Nelson Martins de Almeida - Jornalismo, as quais são transcritas em sua íntegra. As gerações necessitam adentrar o tempo passado, ainda que por meio deste veículo, uma vez que as Revistas em número de 11 fascículos não foram reeditadas e o tempo pode ter sido cruel também a estas, como o foram aquelas de Raquel de Queiróz.
JORNALISMO
Revista de Araras - Ano III - Março-Abril 1968- nº 10)
Raquel de Queiróz
REVISTA DE ARARAS - Ano III - Junho 1968 - nº 11
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
BIBLIOTECA MUNICIPAL "MARTINICO PRADO"
Lançamento da pedra fundamental do edifício da Biblioteca Municipal de Araras na Praça Dr. Narciso Gomes em 1952, na gestão administrativa do Prefeito Dr. Hermínio Ometto, que no ato lê o seu discurso de agradecimento aos doadores.
Sob o guarda-sol está a Condessa Marina Crespi e seu ilustre filho, o Dr. Fábio da Silva Prado, ao seu lado os vereadores Francisco Cascelli e Jorge Assumpção.
A Biblioteca Municipal "Martinico Prado" é uma doação de Renata Crespi da Silva Prado e Fábio da Silva Prado à cidade de Araras.
Representa este ato, uma síntese da sabedoria em empregar os bens materiais. É gastar haveres com juros permanentes e capitalizados ao infinito, pois que o dinheiro consumido numa biblioteca é sábio também ele, uma vez que estimula novos propósitos e novos caminhos da vida, novas investigações nos livros, atirando para a frente as pessoas menos favorecidas pela fortuna, porque as bibliotecas são as fontes onde a inteligência popular busca conhecimento. É sábio empregar riqueza em livros e bibliotecas, pois é dinâmica do futuro e poder semeado.
Este ato representa sabedoria em valorizar o que de fato tem valor; valorizamos o alimento como base de vida; valorizamos a saúde, como a mesma e própria vida; valorizamos ainda os bens materiais. Sabemos, todavia, que em valorizar as coisas do espírito se encontra a verdadeira e mais perfeita ciência. É na arte, no conhecimento, na literatura que encontramos os bens maiores, bens que por sua espiritualidade são os verdadeiros representantes das manifestações mais elevadas de Deus.
Neste momento, sentimos e verificamos essa sabedoria em valorizar esses bens do espírito e podemos afirmar que o casal Fábio da Silva Prado, soube escolher, nesta doação benemerente, coisa que tem valor eterno.
Esta pedra fundamental da Biblioteca "Martinico Prado" é prova incontestável de refinamento de almas.
terça-feira, 7 de novembro de 2017
SOLAR BENEDITA NOGUEIRA
Textos em jornais locais, trazem à público a história desse patrimônio que avançou o tempo e se perpetua na história de Araras e seu povo.
Transcrevemos alguns trechos dos jornais que estão afixados no painel central desta edição virtual, e que faz parte a coleção do historiador.
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"Benedita Alves de Mello Nogueira, criadora do Asilo Santo Antonio Para Órfãos, em Araras, depois Educandário Benedita Nogueira, faleceu em 9 de fevereiro de 1921, aos 51 anos de idade, em sua residência chamada "Vila de São Paulo", à Avenida Marques Lea, em São João Estiril, Portugal.
Ararense que era, foi nascida na Fazenda Bom Jesus, neste município; filha de Antonio Alves Galvão e Maria das Dores Lima Galvão e casada com o médico João Ferreira de Mello Nogueira, vereador em Araras por três legislaturas (1883/1890)...
em outros apontamentos de jornal pode-se ler:
"Instituiu seu testamento pouco antes de morrer, doando seus bens à Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, "para uso exclusivo da fundação e manutenção de um asilo, que será instalado na minha casa em Araras, Estado de São Paulo - Brasil, para nele se abrigarem e receberem proteção 60 crianças do sexo feminino, pobres, órfãs e abandonadas, preenchendo-se perpetuamente as vagas que ocorrerem nesse número de crianças"
Fachada lateral dando para a praça Barão de Araras, fazendo esquina com a Rua Benedita Nogueira
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E escreve o historiador para a imprensa ararense:
"Por ocasião do falecimento de Benedita Alves de Mello Nogueira, em 1921, o Solar que se constituíra em sua antiga residência, doado para nele se instalar o Asilo Santo Antonio para Órfãs, foi avaliado em rs 25:000$000 (vinte e cinco contos de réis)..."
E registra mais: "Caso eu faleça noutro lugar - dizia; e, se a esse tempo eu ainda não tiver jazido na minha terra (Araras), deixo à minha herdeira (a Misericórdia de São Paulo) o encargo de fazê-lo construir no cemitério de Araras, adquirido para esse fim o preciso terreno, ficando a sua construção aos cuidados do digníssimo Provedor da Misericórdia do Estado e dos seus testamenteiros, jazigo esse que deverá conter apenas dois lugares, sendo um para meu falecido marido, o dr. João Ferreira de Mello Nogueira e outro para mim, e a conservação do meu jazigo ficará a cargo e cuidados do Asilo Santo Antonio para Órfãs de Araras".
O prédio majestoso para a sua época, em que, por muitos anos, funcionou o Asilo Santo Antonio para Órfãs, depois Educandário "Benedita Nogueira".
"Esse nome fora mantido até 1948, quando um artigo nosso fez com que a Irmandade de São Paulo mudasse-o para Educandário Benedita Nogueira, afixando uma placa de ferro sobre o primitivo nome em relevo, encimando-a sobre os portões laterias da Praça Barão de Araras e da Rua Benedita Nogueira, antiga Rua Quinze de Novembro.
Fundos do antigo Solar "Benedita Nogueira", por muitos anos também fora ocupado pela Prefeitura Municipal, atualmente Casa da Memória.
O grande quintal transformou-se na moderna praça que o circunda.
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O material aqui registrado pela filha Inajá Martins de Almeida, faz parte da coleção do Historiador "Nelson Martins de Almeida"
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MUSEU HISTÓRICO DE ARARAS
1979 - 8 de julho - O Salão Nobre da Biblioteca Municipal "Dr. Martinico Prado", recebeu, para uma conferência sobre Museologia o professor Vinício Stein Campos, diretor do Serviço de Museus Históricos, que veio verificar a possibilidade da instalação do Museu de Araras, criado pela Lei nº 1.225 de 7 de abril de 1978.
A conferência que o professor Vinício Stein Campos realizou em Araras
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terça-feira, 17 de outubro de 2017
FRAGMENTOS BIOGRÁFICOS
1) Álbum de Araras
NELSON MARTINS DE ALMEIDA, Diretor-Redator do Álbum de Araras, nasceu em Araras, Fazendo Campo Alto a 19 de março de 1918. Criou-se em São Paulo e, por algum tempo, residiu no Distrito Federal [na época Rio de Janeiro], onde cursou o Ginásio Piedade, ingressando aos dezenove anos, na Escola de Aviação Militar (hoje Escola de Aeronáutica - [ A mudança de denominação, de Escola de Aeronáutica para Academia da Força Aérea seu deu no ano de 1969 e, em 1971 a AFA foi transferida para suas novas e modernas instalações em Pirassununga, Estado de São Paulo]), Campo dos Afonsos, Rio de Janeiro, de onde saiu em outubro de 1938. Diplomou-se mais tarde em taquigrafia, pela Escola Remington de São Paulo, realizando a seguir, o “Curso de Jornalismo”, da Associação Educacional de São Paulo, sob a orientação do Jornalista, prof. Vitorino Castelo Branco, da Associação Paulista de Imprensa. Foi repórter da Revista Paulista de Medicina, junto às reuniões e conferências da Associação Paulista de Medicina, tendo sido, anteriormente, secretário nos escritórios da General Electric S/A, Soc. Técnica Bremensis Ltda. E United Shoe Machinery do Brazil, respectivamente. Realizou, em São Paulo, alguns trabalhos de imprensa, publicando várias revistas de engenharia e arquitetura e, foi o autor do Álbum de Araraquara, editado em março de 1948, um trabalho de 156 páginas e 300 gravuras, ilustrando a vida e a história daquele progressista cidade. Militou na imprensa de Araraquara, colaborando para o jornal “O Imparcial” e na imprensa de Araras, para a “Tribuna do Povo”. [apontamentos estes fazem parte de sua obra o "Álbum de Araras", edição 1948.
2) Álbum de Araraquara
3) Álbum de Rio Claro
4) Galeria Biográfica Paulista
1) autor escreve de si [alguns apontamentos foram acrescentados pela filha Inajá]
Recebeu, pela Prefeitura Municipal de Araras, Certificado e Diploma de Honra ao Mérito. Fora eleito “Membro Titular” do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo e também fora condecorado pelo Instituo Genealógico Brasileiro, com o “Colar Grã-Cruz de João Ramalho. Deixou – ainda inédita – vasta obra sobre Getúlio Vargas e este Álbum das Bandas – agora entregue ao município de Araras e a Nação Brasileira como num todo, através das organizadoras e co-autoras Inajá Martins de Almeida e Matilde Ap.Salviato Viganó.
- Documentários Históricos dos municípios paulistas de: Araras, Araraquara, Rio Claro e São Caetano do Sul.
- Na capital paulista (em parceria com JAN KORYBUTO MORONIESCK) edita a obra: “Eles construíram a grandeza de São Paulo” a qual faz parte do acervo da Secção de Obras Raras da Biblioteca “Mário de Andrade”/ SP
- “História do FUTEBOL PAULISTA (FPF)” – 800 páginas
- Retratos da antiga Araras, com Separata da Revista do Arquivo da Prefeitura de São Paulo
- Bairros de Ribeirão Preto – SP
- Jardinópolis – SP e Sertãozinho – SP
- “O Zebu no roteiro do Anhanguera” (ABCZ, Uberaba – MG)
- “História de São Paulo antigo em Letras e Imagens”, Museu de Ribeirão Preto - SP
- O Correio de São Carlos
- A Folha de São Carlos
- Tribuna do Povo - Araras
- O Ferreirense - Porto Ferreira
- Jornal Brasileiro de Cultura – SP
- Jornal de Debates - SP
- Redator do Jornal de Araras
- Apresentou projetos de retificação dos Brasões de: Araras – SP e Porto Ferreira – SP
- “Cidades Brasileiras”
- “Museus Internacionais”
- ”Artistas Plástico”,
- “O brasileiro Alberto Santos Dumont”, dentre outras.
- “A ERA GETULIANA”, com mais de 500 laudas para o prelo, sobre o tema do Título. (esta obra está datilografada ainda inédita em sua composição)
2) o autor escreve de sua obra
III) Dados Biográficos sentimentais pela filha
Não pude me furtar a esta declaração. Quedei-me a ela. Passei a observá-la. Interpretá-la. Tomá-la para minhas lembranças. Para meus retalhos.
Cegou-me Guimarães Rosa a dizer, todavia, que "o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas - mas que elas vão sempre mudando". (*)
E como foram boas nossas travessias. Lembranças quantas as tenho. Quantas me remetem a saudade longínqua. O embalo terno em seu ombro amigo. A mão que me acolhia. Que ensinava a compor as primeiras letras. Não só minha mãe presente, mas meu pai a compartilhar, a dividir tarefas.
A linha do tempo, busca seu tempo. A linha do tempo encontra tempo. A linha do tempo se perde no tempo entre os retalhos de lembranças tantas.
ET:- Embora me fora inspiração Graciliano Ramos, tecer chuleados pude fazê-los com os retalhos de palavras de João Guimarães Rosa. Interessante...
http://leiturasdogiba.blogspot.com.br/2009/04/42-frases-de-grande-sertao-veredas.html
interpretação do livro
http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/literatura/grande-sertao-veredas-analise-obra-guimaraes-rosa-700305.shtml
Neste tópico procuramos organizar e compor o que pudemos de sua vasta produção editorial, quer em livros, monografias, artigos em jornais e revistas. A internet valeu como veículo informacional, muito embora, dado a dificuldade e distância do material, quanto se perdeu. Assim é que procuramos ser leais na pesquisa exaustiva a que nos empenhamos e continuamos a dedicar momentos "ociosos", como o historiador - meu pai - incansavelmente se empenhou. Não há dúvida de que me legou essa veia inquiridora de trabalho prazeroso.
- 1946 - E.CORRÊA DA COSTA JR.
- 1948 - ÁLBUM DE ARARAS
Salvador Baggio Jr., Nelson Martins de Almeida, Arnando Russo e Américo Venâncio Padula - Usina Palmeiras - cidade de Araras/SP - 1949 - [foto do arquivo particular do prof. Wenilton Daltro - captura, tratamento imagem e postagem: Inajá Martins de Almeida - foto enviada via facebook - São Carlos - 20/3/2013]
- 02.02.1949 - A imprensa noticia. É editado e lançado ao público, o ÁLBUM DE ARARAS - o mais completo documentário realizado até a presente data. Idealizado e redatado por Nelson Martins de Almeida - das presentes notas - teve a colaboração do dr. Oscar Ulson, com seus "Subsídios à História de Araras", de Maximiliano Baruto, com o "Panorama de Araras Industrial". Na parte gráfica colaboraram, sob a direção de Albino Cressoni, o Estabelecimento Gráfico Odeon, que realizou toda a composição, impressão e montagem da Obra; Clicheria Universal, que executou a parte ilustrativa; Benedito Antonio Rosa, que procedeu a parte fotográfica e Nello Lorenzon que teve a concepção do desenho alegórico do frontispício. O obra, arrojada para a época extremamente difícil, exigiu sacrifício e ínfima compensação material ao seu autor, mas serviu para dar a Araras, o seu repositório histórico.
Referência da Câmara Municipal ao "Album de Araras" - 1950
- "A quem possa interessar". - Como Presidente da Câmara Municipal de Araras, declaro a quem a presente declaração interessar, que o sr. Nelson Martins de Almeida, jornalista filiado à Associação Paulista de Imprensa, e nosso conterrâneo, executou nesta cidade, o "Álbum de Araras", obra de real importância e interesse para o nosso município. A execução da referida obra excedeu às nossas melhores expectativas pela abundância de sua matéria redatorial e profusa ilustração. 'Album de Araras", cuja redação esteve a cargo do referido senhor, veio a enriquecer o patrimônio de nosso município, pelo alto cunho de divulgação que representa e, eu, Américo Victoria Padula, em meu nome e no da Câmara Municipal de Araras, congratulo-me com o sr. Nelson Martins de Almeida, pela maneira honesta e criteriosa com que foi feito esse trabalho, sendo digno, portanto de minhas melhores r e comendações como pessoa de capacidade e confiança. - Araras 26 de setembro de 1950 - (a) Américo V.Padula - Presidente da Câmara Municipal de Araras.
NOTA: - Digitalização Álbum de Araras
- 24.03.2017 – Quando Araras completava 146 anos de emancipação político administrativa, a prefeitura de Araras, na atual gestão Pedro Eliseu Filho, disponibilizava a obra do Historiador Nelson Martins de Almeida – Álbum de Araras, edição 1948. Acervo reunido e digitalizado pelos professores e historiadores Roanita Franco Bergamin e Rangel Conejo.
- Prefeitura disponibiliza Livro Histórico para consulta e download em seu site – Hoje, [24/03/2017] quando Araras completa 146 anos de emancipação politico administrativa, quem ganha o presente é você, cidadão ararense. Estamos disponibilizando online, no site da prefeitura de Araras (www.araras.sp.gov.br), o livro Álbum de Araras, que retrata toda a trajetória daqueles que ajudaram a desenvolver a nossa cidade encantamento. O presidente da Câmara Municipal de Araras, Pedro Eliseu Sobrinho, presenteou seu filho, atual prefeito Pedrinho Eliseu, com esse valioso e raro livro, documento histórico da cidade de Araras.___http://araras.sp.gov.br/noticias/18639 - consulta em 23/04/2017
- 1948 - ÁLBUM DE ARARAQUARA
- 02.09.2016 – O Memorial da Câmara Municipal de Araraquara disponibiliza para pesquisa, no formato digital, o “Álbum de Araraquara 1948”, que foi organizado e editado por Nelson Martins de Almeida. A digitalização do álbum permite a busca textual, por palavra, na imagem do documento. – Silvia Gustavo. - [ Câmara Municipal de Araraquara - http://www.camara-arq.sp.gov.br/site/index.php/album-de-araraquara-1948/ - Consulta em 04.04.2017]
- 1951 - ÁLBUM DE RIO CLARO

As surpresas que levam o pesquisador em seu exaustivo trabalho de garimpeiro das informações...
Aqui um jornal de 1951 registra o Jornalista - registrado na Associação Paulista de Imprensa, quando Diretor-Redator do Jornal Imprensa Acadêmica cidade de Rio Claro - datado de 25 de janeiro de 1951.
Na primeira página, o anúncio do Álbum de Rio Claro
"Trezentas belíssimas páginas de textos e ilustrações, documentarão a riqueza do patrimônio histórico e empreendimentos rioclarenses" .
E encabeça
Rio Claro possuirá este ano [1951], o seus mais Completo Documentário Histórico Ilustrativo de todos os tempos"
ÁLBUM DE RIO CLARO digitalizado
- 1952 - ISTO É SÃO CAETANO DO SUL
As bandas de São Caetano, também chamadas de corporações musicais – e como é prazeroso ouvir, nos dias presentes, que os antigos conjuntos de iê-iê-iê agora são chamados de bandas. Mas, cá entre nós, bandas mesmo são aquelas antigas, como esta – a Banda Musical Casa de Savoia –, que ilustra a 2ª Semana São Caetano/José Roberto Gianello, e cuja foto faz parte da brochura de 1952 que o jornalista Nelson Martins de Almeida editou. (2) ____________________
- 1953 - RETRATOS ARARAS ANTIGA

Trata-se de uma revista que reunia 160 fotografias de Araras de outros tempos, numa reminiscência de seu passado histórico.
Editora: Separata da Revista do Arquivo - vol. CLIV
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Esta publicação foi uma separata da “Revista do Arquivo” – vol CLIV, editada pelo Departamento de Cultura –Divisão do Arquivo Histórico. É um exemplar original, numerado a partir da página 30, sendo que a que seria a página 29 esta ilustrada pela foto da Matriz de Nossa Senhora do Patrocínio. Segue, a partir da página 30, o item “Fundadores de Araras”, aparecendo a foto de Bento de Lacerda Guimarães ( Barão de Araras) , a narração de como a área do patrimônio veio parar em seu poder e do irmão José Lacerda Guimarães, a transcrição da Escritura de Constituição do Patrimônio, informações sobre a criação da Vila e da Comarca, a vinda da estrada de ferro, a construção da Matriz e a foto de José de Lacerda Guimarães ( Barão de Arari). Na sequência foi reproduzida em “fac-simile” a reportagem realizada pela “Revista da Semana”, do Rio de Janeiro, edição de julho de 1.902, sobre a realização da Feira das Árvores e da Feira de Araras, que marcou uma época, tendo tido várias edições até 1.938. Nessa edição foi feita ampla cobertura sobre a cidade, em seu aspecto urbano, rural e social. Em continuação, a publicação aborda edifícios antigos, logradouros públicos, como a Prefeitura, a Câmara, o Forum, a Praça Barão de Araras, Hospital São Luis, Asilo Santo Antonio, Grupo Escolar “Cel. Justiniano W. de Oliveira”, O Coreto, a Praça Dr. Luis Narciso Gomes, trecho de ruas, como a José Bonifácio, a rua Albino Cardoso, a rua Tiradentes, a rua Benjamin Constant, , a Praça General Carneiro. Dos edifícios particulares, , a Estação da Cia. Paulista, os prédios da Sociedade Italiana, a Farmácia Kuhlmann”, o Grande Hotel Central, a Casa Machadinho, a Casa Padula, a casa Zurita e a sede do Círculo Operário Ararense. Focaliza, a residência da família Ulson, a casa sede da fazenda Morro Alto, bem como, blocos carnavalescos, grupos fazendo “pic nic”, a Banda Carlos Gomes, a Éden Orquestra, a Banda de Música Montividéu, os Grupos de Arte Dramática, como o “21 de outubro”, “Os Amigos da Arte” . Interessantes são as fotos de duas monumentais toras de Jequitibá, com os diâmetros de 1,95 metros e 2.50 metros, a demonstrar a qualidade do solo de Araras. No item “Divisas e Topografia do Município de Araras”, o trabalho apresenta os dados geográficos, a planta cartográfica do município e da cidade e duas fotos das festas do bairro de Pirapora. Aparecem,ademais, a foto e uma poesia de Sebastião de Campos, os tipos excêntricos do panorama popular da Araras Antiga, como Jaime Rocha, Dito Flautista e Dito Gongo. Como encerramento, é prestada homenagem ao abolicionista Lourenço Dias.
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Valioso texto, em Plataforma Verri – consulta em 04.04.2017
http:www.plataformaverri.com.br/index.php?bib=1&local=book&letter=A&idCity=23&idCategory=1&idBook=2133 |
- 1953 - MUNICIPALIDADES PAULISTAS

- 1954 - ELES CONSTRUÍRAM A GRANDEZA DE SÃO PAULO
http://www.prodam.sp.gov.br/sitio/bib.htm - pesquisa em 04.04.2017
- As informações foram encontradas através da internet.
- A obra fora editada em parceria Nelson Martins de Almeida e Jan Korybut-Woronieck
- A obra pode ser consultada na Biblioteca Municipal Mário de Andrade - segundo informações encontradas nesta data 13\04\2013 por esta que escreve - Inajá Martins de Almeida
- 1954 - NÉCTAR
- 1957 - ÁLBUM FUTEBOLÍSTICO DE SÃO PAULO

- 1957 - CLUBES DO FUTEBOL PAULISTA - v.1
- 1958 - NASCE UMA METRÓPOLE - participação [ A evolução de São Paulo, no período Republicano]
- 1959 - GALERIA BIOGRÁFICA PAULISTA - Monografia dos Municípios do Estado de São Paulo
- 1966 / 1968 - REVISTA DE ARARAS - 12 edições

- 1968 - ARARAS ADMINISTRAÇÃO Ivan Estevam Zurita
- 1975 - REVISTA DO REBANHO - edição única para a ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu) na cidade de Uberaba, Minas Gerais.

- 1977 – Diploma de Honra ao Mérito
- 1978 – Colar Grã-Cruz de João Ramalho
- 1980 - Medalha Cultural Olavo Bilac
- Vasto material é registrado no blog Historiador I - acompanhe: https://nelsonmartinsdealmeida.blogspot.com.br/search/label/condecora%C3%A7%C3%B5es
- 1983 – Exposição Cidades Turísticas
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- 1983 - EXPOSIÇÃO DE ARTES PLÁSTICAS

Nota: As informações aqui postadas fazem parte do material elaborado ao longo dos anos pelo historiador Nelson Martins de Almeida e que aos poucos vem sendo resgatado pela filha que escreve e registra Inajá Martins de Almeida.
O esmero com que compunha seu trabalho, jamais fora sentido pela dificuldade dos recursos, muitas vezes improvisados, como o caso dos painéis em cartolina, confeccionados com recortes de jornais, fotos algumas, recursos caligráficos inúmeros, paixão que o acompanhou desde a infância. Canetas, tinteiros e tinta nanquin sempre compunham sua mesa de trabalho.
Qualquer canto podia ser improvisado à sua paixão. Não dispunha de sala própria, escritório ou o que valesse, porém, jamais se privou de horas dedicadas ao prazer máximo ao resgate da história.
Conforme vinha sendo aguardada, realizou-se no dia 19 de março de
- 1990 / 1993 - EXPOSIÇÃO AERONÁUTICA SANTOS DUMONT - Porto Ferreira e Ribeirão Preto (entre final da década 1980 ...)
- 1991 e 1992 – Bairros de Ribeirão Preto
Edições em Libretos contendo fatos, curiosidades, históricos sobre os bairros de Ribeirão Preto publicação em 5 edições.
- 1993 – Sertãozinho e Jardinópolis
- 1994 / 2000 – Exposições
- “História de São Paulo antiga em Letras e Imagens”
- “Cidades Brasileiras” – passeio turísticos pelas cidades
- “O Brasileiro Alberto Santos Dumont”
- “Artistas Plástico – vasto acervo em gravuras sobre renomados pintores nacionais.
- 2004-2012 – Período entre leituras, revisão de obras, apontamentos.
- 2012 – Encerra uma fase que fora profícua para a produção histórica entre municípios paulista. Deixa, ao partir, vastíssimo arquivo de efemérides da cidade de Araras, assim como volumosa obra – inédita para editoração - datilografada sobre o período Vargas.
- 2016 / 2017 – Álbuns Digitais
- Álbum de Araraquara em 02 de setembro de 2016 como segue:
- Álbum de Araras, em 24 de março de 2017
- 2017 – ”Álbum das Bandas de Araras: Documentário Histórico num período compreendido entre 1879/2015”
Organizado e editado por Inajá Martins de Almeida (filha) e Matilde Ap.Salviato Viganó (sobrinha). A maior parte do documentário fora organizado pelo autor Nelson Martins de Almeida, que, por diversas vezes manifestou desejo por sua edição. A mesmo ocorreu anos após o início de seu trabalho 1977, quando da grande conquista nacional pela Corporação Musical Maestro Francisco Paulo Russo. O momento fora propício para as filhas, uma vez decorridos quarenta anos e momento em que a cidade vislumbrava grande festejo aos músicos remanescentes e à Corporação.
- 2019 - ÁLBUM DAS BANDAS DE ARARAS - LINHA DO TEMPO




























